rfid  
 Este empreendimento conta com o apoio financeiro da FINEP:
rfid
home empresa Áreas de Atuação clientes Trabalhe Conosco contato

Quando o RFID não é RFID

Em artigos recentes, tags RFID que estavam sendo usadas para identificar filhotes de pantera e carrinhos de reciclagem receberam a denominação  de “chips de computador” – e não tags RFID. Em outras ocasiões, tais tags foram identificadas até mesmo como “código de barras eletrônico” – o que é uma enorme contradição.  Qual seria a dificuldade em dizer “tags RFID ajudam a identificar filhotes de pantera”, ou “RFID ajuda no controle de reciclagem”? Nenhuma. A não ser o fato de que se trata de RFID.

O se que nota, portanto, é uma tendência que jornais e revistas possuem de identificar tags RFID como “chips de computador” ou “códigos de barras com chips”. Esse fato acontece principalmente naqueles artigos que mostram os benefícios do RFID à sociedade. A questão é: por que isso acontece? Seria medo de mostrar as verdadeiras utilidades do RFID e assim fazer publicidade negativa? Seria ignorância? Ou os dois?
 
De fato, muitos artigos claramente identificam o RFID como o que ele é: identificação por rádio freqüência. Enquanto algumas referências a RFID aparecem em jornais e web sites, a maioria surge em publicações especializadas em tecnologia que não atingem o público em geral.
 
A cobertura que mídia popular e a internet dispensam a essa área pode ser bastante negativa. Geralmente, levam à ideia equivocada e um tanto quanto conspiratória de que o RFID será usado no controle e rastreamento de humanos, ferindo a privacidade e liberdades individuais. Isso sem falar nos chips implantados no corpo, que logo remetem aos filmes de ficção científica – “causadores de câncer”, em que a morte é o mínimo que se espera.
 
Pouco importa se a maioria desses conceitos são fabricados, superestimados ou mesmo ridículos. É esse sensacionalismo que atrai matérias e, infelizmente, leitores. Não é de se admirar, portanto, que principalmente na imprensa internacional o RFID seja associado a coisas ruins – reais ou imaginárias.
 
Dessa forma, podem surgir pensamentos como “quer dizer que estão colocando tags RFID causadoras de câncer em filhotes de pantera??” ou “RFID em embalagens recicláveis? Irão rastrear o que eu reciclo! Não quero que encontrem todas as latinhas de cerveja que consumo...”
 
Devido a essa associação negativa, um jornalista ou editor cuidadoso pode tentar evitar a utilização do termo RFID quando o assunto está relacionado a algum benefício que essa tecnologia fornece, no intuito de não causar consternação entre os leitores. Tal ato é um grande erro, já que serve apenas para alimentar a ideia equivocada de que se é RFID, deve ser ruim ou trazer riscos.
 
O que o RFID enfrenta na mídia popular é uma lógica cíclica e autodestrutiva. Os jornais ficam felizes em falar de RFID quando se trata de uma história “quente”, sensacionalista, que chama a atenção dos leitores e, consequentemente, vende exemplares. Contudo, quando há um relato maçante de como a tecnologia RFID está beneficiando empresas e cidadãos, a mídia teme pelo uso do termo - que já carrega uma conotação negativa. E por que há essa conotação negativa? Porque as histórias positivas não utilizam a denominação RFID. Porque tem um sentido ruim. E por aí segue o ciclo.
 
Algumas das falsas declarações sobre RFID podem ser atribuídas a uma simples falta de compreensão por parte dos jornalistas. Mas onde é que repórteres e editores da mídia popular obtêm essas informações? Provavelmente, dos próprios vendedores de RFID. Estes estão conscientes da conotação ruim que o termo pode ter, principalmente no exterior, e acabam se condicionando a chamar seus próprios produtos de “chips” ou “códigos de barra eletrônico” – tudo menos RFID. Um grande erro, que apenas alimenta essa cadeia de idéias.  
 
A indústria de cartões inteligentes sem contato começou esta tendência, distanciando-se e evitando o uso do termo. Ironicamente, esse segmento de RFID está sofrendo agora a publicidade negativa, quando se trata de leitura clandestina dos dados de transações financeiras feitas pelo cartão...
 
É certo que, em países como Coréia e Japão, o RFID não apresenta essa conotação negativa. Tal fato se deve em grande parte ao imenso esforço empregado para mostrar à população os benefícios da identificação por rádio frequência. Uma coisa é certa: precisamos aprender com os orientais.  
 
Quando tratamos de uma mídia popular, é difícil competir mesmo com as notícias do dia a dia, que fazem estardalhaços em volta de temas cotidianos e mesmo dolorosos, como mortes e acidentes. Imagine em torno do que é novo e pode ser explorado sem constrangimentos maiores, como a tecnologia RFID. Daí a necessidade de responder, como forma de combate e desmistificação, a toda a desinformação que gira em torno da rádio freqüência.  
 
O acesso à informação precisa e de qualidade é um direito de todo cidadão. Vendedores e usuários de sistemas RFID são elementos fundamentais no que diz respeito ao entendimento do verdadeiro caráter da identificação por rádio freqüência. Divulgar informações reais, de fácil entendimento e principalmente éticas e idôneas é o caminho para desfazer esse ciclo de inverdades conspiratórias que rondam a tecnologia.
 
RFID não são códigos de barra eletrônicos, tampouco meros chips.   

RFID é RFID. Ponto.
 

A Marx Tecnologia é uma empresa com ampla experiência na implementação de sistemas RFID. Para saber mais, faça-nos uma visita ou entre em contato conosco. Será um prazer atendê-lo!

> Cadastre-se e receba em seu email informações sobre nossos produtos e serviços.
Trabalhe Conosco
Home  |   Empresa  |   Áreas de Atuação  |   Clientes  |   Noticias  |   Artigos  |   Trabalhe Conosco  |   Parceiros  |   Contato
rfid rfid
Acesso ao Marxnet Copyright© - Marx - Todos direitos reservados
Rua 1.044    Nº151    Qd.91    Lt.26    CEP. 74.825-110  -  Setor Pedro Ludovico  -  Goiânia  -  Goiás  -  Brasil